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Novos Lançamentos
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A colectânea discográfica Gingas 30 anos marca o regresso do grupo Gingas do Muculusso ao mercado fonográfico nacional, cinco anos depois do lançamento do disco “Luachimo”.

A sessão pública de lançamento do da colectânea que trará a público os seis discos do grupo, nomeadamente “Luachimo”, “Muenhu”,  “Mbanza Luanda”, “Malanje, Natureza&Ritmos” e “Xiyame”, bem como o disco “Estrelas Dispersas”, terá lugar na Praça da Independência, em Luanda.

Segundo a mentora do projecto, Rosa Roque, que avançou a informação hoje, sexta-feira, à Angop, o lançamento da colectânea visa assinalar os 30 de carreira do grupo e o seu compromisso para com a cultural, e particularmente, para com a música angolana.

Para além da colectânea discográfica será também lançado um livro com a história dos 30 anos de existência do grupo, com depoimentos de várias personalidades que acompanham desde o princípio a vida das Gingas do Maculusso.

Historial do grupo

O grupo, que começou o seu percurso em 1983, num dos programas infantis da Rádio Nacional de Angola sob o comando da jornalista Amélia Mendes. Integraram o grupo Gersy Pegado, Maria João, Josina Stella, Patrícia Faria, Ise (já falecida) e Celma Miguel.

Autoras de um vasto e rico repertório artístico que tem deliciado os amantes da música angolana, As Gingas do Maculusso, nascidas do projecto Avilupa Kuimbila sob responsabilidade de Rosa Roque, fazem parte de uma lista de artistas e grupos musicais angolanos que são chamados com frequência para animar e actuar em festividades realizadas dentro e fora do país.

O grupo tem no seu repertório temas como “Hino a Kalandula”, “Mestre Geraldo”, “Ndange”, “Filhas de África”, “Fuba”, “Kabetula”, entre outros sucessos.

No seu curriculum, o colectivo tem cinco discos: “Mbanza Luanda”, “Malanje-Natureza& Ritmos”, “Xiyami”,  ”Muenhu” e “Luachimo”. (portalangop.co.ao)


Se olharmos para o seu background artístico teremos tudo dito. Se porventura estivermos atentos  à sua desenvoltura, em seis álbuns editados, veremos em Ricardo Lemvo, o promotor de uma corrente musical, com imensos adeptos no mundo.  Salsa Cubana e Rumba Africana, são os estilos que fazem de si, um criador nato e um pólo de atracções

Neste álbum de vários sabores rítmicos, notamos um Ricardo Lemvo com olhar dirigido a Angola, terra dos seus antepassados, procurando dar voz ao pensamento de autores como Adão Filipe, que exprime no tema “Dikulusu”, as vicissitudes de uma existência sob o signo do sofrimento, ou ainda, a interpretação “Padre Jorge”, uma leitura da vida quotidiana africana, condensada nas palavras do compositor Kyaku Kyadaff.

Registe-se igualmente a composição “Simone CM,” com assinatura de Caló Pascoal, indiciando uma conexão de interesses e de contornos bem definidos.

Senhor de apurada sensibilidade e visão estética, Ricardo Lemvo é hoje uma referência a ter em conta no contexto da world music, pelo excelente trabalho ao lado da sua inseparável banda Makina Loca. Trabalho esse  cristalizado em 1998,  no filme “Dance with me´´ (Dança comigo), com a actriz Vanessa Williams e o actor Chayanne.

Por DIAS DOS SANTOS

“Encontros” – Manuel Pires Pinto de Carvalho (Nelo Carvalho), nasceu em Luanda a 9 de Março de 1959. Começou na música, aos 15 anos nos “Mini-Jovens” um grupo do Tômbua, cidade no Sul Angola, onde viveu Dois anos.Em 1975, parte para Portimão, Algarve – Portugal, onde Chico Leite o encontra; com ele faz uma parceria um pouco à semelhança do Duo Ouro Negro, sua referência musical. Três anos depois, 1978, é convidado para integrar o “Conjunto África Tentação” grupo incontornável nos Fins de Semana de Lisboa. Com o Africa Tentação, grava dois LP’s: “Angola 79” (1979) e “Mulher de Angola” (1980).Como gosta da noite Lisboeta, resolve formar um Trio para tocar nos Pubs da cidade, forma o “Trio Raízes” ao lado de Armindo Monteiro e do brasileiro Paulo Roberto Pimenta. Ao regressar para o Brasil, Paulo Roberto, é substituído pelo percussionista Beto Monteiro, irmão de Armindo, começam as digressões ao Sul e ao Norte de Portugal onde se juntam a eles três bailarinas.1981 é o ano das grandes mudanças;  integra o espectáculo do Duo Ouro Negro, Blackground, uma trajectória musical entre África, Europa e as Américas e o retorno que esta viagem teve nas músicas africanas enriquecendo-as naturalmente. Com a entrada de Nelson Oliveira (baixista), o Raízes passa a quarteto tornando-se a Banda suporte do Duo Ouro Negro; gravam dois discos: “Blackground”(Império de Iemanjá – 1981), (“Menina Negra” e “Luanda Vou…foram as  músicas interpretadas pelo Raízes neste Lp Duplo…) e “Aos Nossos Amigos” (1984).Depois da morte do Milo Vitória Pereira (um dos elementos do Duo Ouro Negro), em 1985,  faz uma aposta integral no Raízes aumentando o grupo de 4 para 6 e mais tarde para 7 elementos. Nessa formação , volta a trabalhar com o Raúl Indipwo, com quem gravam o Disco, “Sô Santo” (1986), fazendo  várias digressões pelo Mundo: destacam-se o  Olympia de Paris (1987), Karl Markx, Luanda (1987).1988 – Com o Raízes toca no Beethoven-halle em Bona, AlemanhaEm 1989, Nelo Carvalho acompanhando o Raúl Indipwo,  faz a 1ª parte do espectáculo de Amália Rodrigues, no Roy Thomson Hall em Toronto, Canadá.

Nos finais de 1989 o Grupo Raízes resolve separar-se e alguns elementos do mesmo grupo rumam para o Algarve onde ficam a residir; Nelo de Carvalho, Beto Monteiro e Mingo Rangel, formam o Trio Son Latino, pouco depois, juntam-se mais 6 elementos num total de 9 músicos; com eles, Nelo, faz várias viagens musicais pelo mundo do flamenco, salsa, rock latino, merengue, enriquecendo os seus conhecimentos nesse universo musical..

Nos anos, 1991/1992, participou como guitarrista nos espectáculo ao vivo, do projecto “Delírios Ibéricos” do músico Instrumentista, Rao Kyao, entre Portugal e Espanha, destacando-se as actuações na Expo Sevilha 92.

No final de 1992, opta por tocar a solo e aí desenvolve técnicas de palco  e entertenimento que são imitadas por muitos (é por isso que o consideram: “o homem show”),  decide abrilhantar as noites de Luanda, como fizera em Lisboa, o êxito é total! Nesse formato, actua nas províncias Angolanas e também na Namíbia, Brasil, Portugal, Espanha, Japão, China, etc…

Depois de gravar 2 discos “Ao Vivo – Interpreta Temas da Sua Vida” (1999) e “Memórias” (2003), ( com versões feitas com base nos elementos electrónicos com que toca ao vivo), Nelo Carvalho, resolve fazer uma abordagem diferente, um disco cujo o elemento acústico é referência; assim, decide fazer uma paragem na “linguagem” electrónica e envereda pelos sons naturais e tonificados de cada instrumento musical, resolve ainda ir à procura das suas referências, buscar os ritmos, os sons e as vozes que mais se identificam, com o seu passado. Com eles (todos os elementos que a ele se juntam), inicia uma viagem de cumplicidades e harmonias que culmina com a obra que sempre quiz fazer e que só agora, foi possível concretizar. A essa obra deu o nome de Triologia: Encontros, Reencontros e Las Voces Y Los Cantos.

Este projecto trará a todos os amantes da música caminhos novos que poderão saboreá-los a dançar ou simplesmente ouvi-lo em qualquer recanto onde se encontrem.

É possível fazer diferente, e tudo o que o Nelo Carvalho faz na música é diferente, talvez por ser o único cantor angolano que canta todos os géneros e as pessoas sabem que ele quando canta, fá-lo muito bem e a gosto!

(http://www.nelocarvalho.com)

Encontros” – nome genérico do álbum, é uma “viagem” entre géneros musicais e convidados onde se misturam sonoridades, mostrando a versatilidade do cantor nos diversos estilos do panorama nacional e internacional. O Semba, a Kilapanga, a Rebita ou  o nosso Bolero, junta-se ao Zouk , ao Jazz, ao Merengue, Bolero Cubano, e ao Funk, provando que toda a experiência adquirida (com o Ouro Negro, África Tentação, Raízes, Son Latino e finalmente a solo), serviu para criar pontes entre os géneros caminhando sem dúvida para uma abordagem nova na música que se faz em Angola.
O conteúdo deste trabalho, Encontros, é uma visão universal, mas muito focalizado na temática angolana, que vai suscitar o debate e vai de certeza criar adeptos, tal as possibilidades que esta obra nos traz.
Na primeira abordagem da Trilogia (Encontros, Reencontros e Las Voces y Los Cantos), Nelo de Carvalho leva-nos ao encontro de vozes conhecidas: Ruy Mingas, Waldemar Bastos, Big Nelo e Ary (Angola), Tito Paris (Cabo Verde), Jacob Desvaireux (França – Antilhas), Manecas Costa (Guiné Bissau), Fábia Rebordão (Portugal), e Jose Debray (Cuba), juntaram-se solistas e arranjadores de vários quadrantes do espaço Lusófono e Hispanico,  como Rão Kiao, Pedro Joia, Kim Alves, Luíz Avellar, Paulo Borges, Olivio Pino, Franco Scheriff e um conjunto de músicos que emprestaram um pouco de si a este trabalho elaborado e exigente. Finalmente ao fim de 35 anos de carreira, Nelo Carvalho, leva-nos ao Encontro de um trabalho único escolhendo cada passo, cada música, de forma a oferecendo-nos de bandeja, “viagens” que nos agradarão decerto.(BETO MONTEIRO)


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